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Veja histórias de superação de animais deficientes que vivem bem com membros a menos.
01/02/2019 - 16:53h

Apesar de lhe faltarem duas patas, o boxer Duncan Lou Who não se priva de quase nada em sua vida. Criado em meio a outros cachorros, o animal não tem traços de sua rotina que possam ser considerados deficitários: ele corre, brinca, pula e come como qualquer outro cão. É assim a vida dele e de outros bichinhos deficientes que nasceram com alguma anomalia ou perderam membros em acidentes. O Extra selecionou algumas histórias legais de bichinhos que lidam bem com membros a menos. 


Duncan nasceu com a pélvis deformada, o que impedia os fêmures de se encaixaram ao corpo, segundo seus donos, da organização Panda Paw Rescue. Além disso, as patas eram cruzadas, e eles não tinham nenhuma opção de cirurgia que melhorasse sua qualidade de vida, a não ser a amputação, para que ele parasse de carregar as patas e conseguisse andar. “Era isso ou fazer a eutanásia”, contaram. Foram-se as patas. Desde então, o cão teve duas cadeiras de rodas, mas nunca se adaptou. Com espírito livre, aprendeu a se virar, correr e brincar sustentado apenas pela dianteira. Um vídeo lindo que mostra o bichinho se divertir na praia ultrapassou os 4,5 milhões de visualizações no Youtube. Confira:


A vida complica da cadelinha Daisy nunca a impediu de sorrir. Abandonada pelos donos após nascer com paralisia nas duas patas dianteiras, ela chegou perto de ser sacrificada pelo serviço de controle animal, em Bellflower, na Califórnia (EUA), quando foi adotada por membros do “Home 4 Ever”, um centro de recuperação de animais. Além de muito carinho, Daisy ganhou também uma cadeira de rodas cor de rosa. Com prognatismo (como é chamado quando o maxilar inferior fica à frente do superior), a cadelinha parece estar sempre sorrindo, de bem com a vida. Muito fofa!


O collie Roosevelt aprendeu a se virar sozinho. O cachorro conseguia andar bem sobre suas duas patas traseiras, mas a mulher que o adotou, Stephanie Fox, da cidade de Portland, Estados Unidos, quis dar mais conforto ao animal. “Se você tem uma criança deficiente, tenta enriquecê-los e dá-los oportunidades. Então, por que não fazer o mesmo com um cachorro?”, disse. Ela juntou R$ 1,7 mil e comprou uma cadeirinha frontal para o cão. Roosevelt adorou o aparato e, desde então, vive correndo por aí e brinca de pegar a bolinha com Setaphanie.

 

Mas não são só os cães que aprenderam a conviver com deficiências físicas. O cavalo Macho de Bombai, na Índia, tinha uma doença séria em uma de suas patas. Os veterinários decidiram amputá-la e conseguiram uma prótese para o animal. Veja como ele leva a vida normalmente.

 

O porquinho Chris P. Bacon nasceu com as patas traseiras atrofiadas, mas teve a sorte de ser adotado por um veterinário. O norte-americano Len Lucero criou vários tipos de próteses para o animal, que ganhou fama na web. Seu dono acabou criando um site de arrecadação de fundos para ajudar instituições de apoio às crianças com deficiência.


E tem prótese até para elefantes! A paquiderme Motala ficou ferida após pisar em uma mina terrestre, em Lampang, na Tailândia, em 1999. Ela passou a ser tratada no hospital Amigos dos Elefantes Asiáticos, onde já desenvolveram vários tipos de próteses para ela, até encontrar a que fosse mais adequada.


 
Fonte: extra.globo.com



  
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